Cabo Orange
Todo o Brasil, ao seu alcance.
Faixas horizontais em azul, verde, amarelo e branco, com um emblema geométrico preto e branco junto à tralha, representando a Fortaleza de São José de Macapá. O verde representa as florestas, o amarelo as riquezas minerais, o azul o céu, o branco a paz e o preto aqueles que deram a vida pelo estado; foi instituída em 1984 e mantida na criação do estado, em 1988.
Cabo Orange em imagens
Sobre o Cabo Orange
O Parque Nacional do Cabo Orange protege o extremo norte do litoral do Amapá, onde a costa brasileira termina no estuário do Rio Oiapoque. Criado por decreto em 15 de julho de 1980, foi a primeira unidade de conservação federal do Amapá e abrange cerca de 657 mil hectares nos municípios de Oiapoque e Calçoene. Faz divisa com a Guiana Francesa ao norte, o Atlântico a leste, as Terras Indígenas Uaçá e Juminã a oeste e o território quilombola do Cunani ao sul, e inclui uma faixa marinha de cerca de 10 km de largura e 200 km de extensão. O parque leva o nome do Cabo Orange, o ponto mais setentrional do litoral brasileiro. Suas paisagens são manguezais de mangue-vermelho e siriúba, campos periódica e permanentemente alagados, únicos na região amazônica, buritizais e manchas de floresta de terra firme, atravessados de sul a norte pelo Rio Cassiporé. Designado zona úmida de importância internacional pela Convenção de Ramsar em 2013, registra mais de 350 espécies de aves, e sua lista de espécies inclui a onça-pintada, o tamanduá-bandeira, a tartaruga-verde, o peixe-boi-marinho e o peixe-boi-da-amazônia, o guará e o flamingo-americano. Para as agências, o Cabo Orange é um produto de interesse especial, e não um parque de lazer: observação de aves e fotografia de natureza, ecologia de manguezais, expedições científicas ou documentais e pequenos grupos privados que o combinam com Oiapoque. Não há infraestrutura turística dentro do parque, e as visitas exigem autorização prévia da gestão do parque no ICMBio, cuja base fica em Oiapoque. O acesso habitual é de lancha rápida a partir de Oiapoque, cerca de três a quatro horas, e a foz do Cassiporé pode estar agitada; um acesso pelo sul segue por estrada a partir da BR-156, em Calçoene, em direção ao Cunani. Os meses mais secos, de agosto a dezembro, são a janela recomendada, e o acesso fica mais difícil nas chuvas, de janeiro a agosto. Os grupos devem contar com dias a bordo de barcos, logística simples e longos trechos por estrada ou em voo fretado para chegar a Oiapoque a partir de Macapá.
Aeroporto Internacional de Macapá, Alberto Alcolumbre
Principal porta de entrada do Amapá e o acesso aéreo prático para o Cabo Orange, ligado ao restante do Brasil por voos domésticos.
Aeroporto de Oiapoque
A pista de pouso de 1.500 m de Oiapoque, sem voos regulares, mas utilizável para voos fretados a partir de Macapá.
Como o Cabo Orange surgiu
Marcos históricos com fontes, que sua equipe pode usar em briefings e narrativas para os clientes, sem texto de enchimento.
Curiosidades e notas práticas
O que vai à mesa
Pescada de gurijuba
Gurijuba, peixe de carne branca e firme das águas costeiras do Amapá, muitas vezes ensopado no tucupi.
Camarão no bafo
Camarão fresco cozido no vapor, na panela ou em folhas de bananeira, com sal, limão, cachaça e pimenta.
Tucunaré na brasa
Tucunaré assado na brasa, uma forma simples de provar um dos melhores peixes de água doce da região.
Tacacá
Caldo quente de tucupi com folhas de jambu, camarão e goma de tapioca, presença constante na comida de rua do Amapá.
Açaí
Polpa de açaí grossa e sem açúcar, consumida à moda do Norte, com farinha de mandioca, muitas vezes acompanhando peixe.
O que há para ver
Indicamos quando um local tem o título de Patrimônio Mundial da UNESCO diretamente e quando se trata de um bem protegido em nível local ou nacional.
Cabo Orange
O cabo na foz do estuário do Oiapoque que marca o extremo norte do litoral brasileiro.
Manguezais do estuário do Oiapoque
A faixa de manguezal da foz do rio, vista no trajeto de barco a partir de Oiapoque, com bandos de aves pernaltas na maré baixa.
Rio Cassiporé
O rio que atravessa o parque de sul a norte, muitas vezes descrito como sua espinha dorsal, com uma foz notoriamente agitada.
Vila Taperebá
Base de apoio do parque às margens do Cassiporé, acessível pela rota fluvial central.
Igarapé do Rego
Igarapé margeado por floresta dentro do parque, onde barcos de madeira navegam sob a copa das árvores.
Lago Maruani
Lago permanente em meio aos campos naturais do parque.
Campos alagados
Campos periódica e permanentemente alagados, com buritis, paisagem que a designação Ramsar descreve como única na região amazônica.
O que mais informamos às agências
Isto é o que preparamos para cada RFP, esteja ou não publicado nesta página:
Sob consulta em cada proposta
- Melhor época, janelas de clima e datas de bloqueio para grupos e MICE
- Logística de autorizações e cotas para atrativos regulamentados, prazos de antecedência e limites de tamanho de grupo
- Notas de acessibilidade e níveis de dificuldade física por atividade
- Parceiros locais, guias e transportes verificados, já utilizados em programas anteriores
- Credenciais de sustentabilidade e certificações relevantes para os RFPs dos clientes, quando realmente existem
- Disponibilidade real e verificada de quartos e veículos para as suas datas de viagem, não um orçamento genérico